Domingo, 19 de Junho de 2011

Vasco Pulido Valente, cronista certeiro

Vasco Pulido Valente, Os sábios no governo, hoje no Público.

«O conselheiro e o académico fazem bons ministros? Ou a política tem de se aprender no partido, no Parlamento e no governo, fazendo e não estudando, ou, pelo menos, fazendo mais do que estudando, como profissão prática que é? [...] O conselheiro e o académico em geral não encontram nenhuma resistência, excepto naturalmente aquela que deriva da sua ignorância ou da estreiteza da sua cabeça. O ministro ou secretário de Estado, para além destas fronteiras, por assim dizer, “naturais”, encontram fatalmente a resistência da sociedade em que se propõem intervir: interesses, direitos, costumes, sentimentos, que, sob várias formas, não querem e não aceitam passivamente a maneira como o poder político os decide tratar. [...] Esperemos que os ministros que o PSD e o CDS foram buscar à sua tranquilidade intelectual não se deixem devorar pela criatura. Para bem deles, com certeza, e para nosso bem

Este é só um pedaço de texto maior.

Equilibrado.

Certeiro e aviso à navegação e ao ao homem do leme governativo, Pedro Passos Coelho.

Por si fala.

Brilhante intelectual, supino historiador, académico e investigador, experimentou a politica prática e...foi um desastre. Lembram-se?

Num debate televisivo, o José Magalhães, a perguntar-lhe, coisa menor, o valor do salário minimo nacional e, V.P.V...a engasgar, a engasgar, a engasgar...

Eleito deputado, tomou posse e, creio eu, dois meses após, demitia-se.

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publicado por weber às 13:41
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