Sábado, 2 de Julho de 2011

A sociedade líquida

Anselmo Borges percorre, hoje, e uma vez mais, a "liquefacção" dos valores vinculativos e estruturantes de uma sociedade (a honra, a virtude, a dignidade, o respeito, a lealdade, a solidariedade, a rectidão, a verdade...) na nossa sociedade pós-moderna.

A reflexão que ele produz é quase penosa, por que, parece, não haver saída.

Leiam-no aqui e experimentem uma sensação desesperante, irritadiça, mesmo.

Repare-se neste pedaço:«O famoso sociólogo polaco Zygmunt Bauman, professor emérito da Universidade de Leeds (Reino Unido), chamou a esta situação "modernidade líquida". As nossas sociedades são individualistas, e nelas são precários os laços tanto íntimos como sociais. Diz ele: "Ao contrário dos corpos sólidos, os líquidos não podem conservar a sua forma, quando pressionados por uma força exterior, por mínima que seja. Os laços entre as suas partículas são demasiado fracos para resistir. Ora, este é precisamente o traço mais marcante do tipo de coabitação humana característico da 'modernidade líquida'. Daí, a metáfora que proponho."»

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publicado por weber às 10:38
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