Sábado, 15 de Janeiro de 2011

O Bispo foi ao casino

  

D. Carlos Azevedo, bispo auxiliar de Lisboa e Presidente da Comissão Episcopal da Pastoral Social foi ao casino da Figueira da Foz.

Esta "instituição" dedicada ao vicio do jogo, ou prazer, ou entretenimento, símbolo de uma mais que certa desumanização da pessoa humana...também tem destas actividades, ditas culturais, interpelativas. D. José Policarpo já lá foi.

Desta vez calhou a este, que se confrontou com vários assistentes. Fátima Campos Ferreira, a jornalista, lá esteve como cidadã e interpelou.

O nosso muito estimado padre Anselmo Borges por lá andou.

Este encontrou deu-lhe ensejo para a crónica de hoje, que podem ler por aqui.

Olhem-me este naco de prosa do teólogoHoje, também por causa das novas tecnologias, é mais fácil aquela distinção a que já Martinho Lutero se referiu, há 500 anos, num sermão célebre (tradução um pouco livre): "Quando olhamos para o mundo hoje através de todas as camadas sociais, constatamos que não passa de um grande, enorme covil de ladrões... Aqui, seria necessário calar quanto aos pequenos ladrões particulares, para atacar os grandes e violentos, que diariamente roubam não uma ou duas cidades, mas a Alemanha inteira... Assim vai o mundo: quem pode roubar pública e notoriamente vai em paz e livre e recebe aplausos. Em contraposição, os pequenos ladrões, se são apanhados, têm de carregar com a culpa, o castigo e a vergonha. Mas os grandes ladrões públicos devem saber que, perante Deus, são isso mesmo: os grandes ladrões."

Desgraçadamente, o que Lutero disse, há 500 anos, referindo-se à Alemanha, continua válido para todo o mundo hoje, também em Portugal.»


publicado por weber às 12:48
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