Sábado, 4 de Setembro de 2010

Certeiro cronista

 

Anselmo Borges, hoje, dedica a sua crónica hebdomadária do DN ao tempo.

Dedica-a a falar de Madre Teresa de Calcutá, do nosso Padre Américo e ainda de António Vieira.

É de uma oportunidade, que até dói

Leiam-na aqui e suguem-lhe todo o sumo que tem e tem muito.

Critica o Vaticano e os nossos políticos e, cavalgando em Vieira, zurze no "tempo" esse grande escultor, como tão bem o escreveu a belga Marguerite Yourcenar.

«Aí ficam também as palavras do Padre António Vieira sobre os pecados do tempo: "Uma das coisas de que se devem acusar e fazer grande escrúpulo os ministros é dos pecados do tempo. Porque fizeram o mês que vem o que se havia de fazer o passado; porque fizeram amanhã o que se havia de fazer hoje; porque fizeram depois o que se havia de fazer agora; porque fizeram logo o que se havia de fazer já. Tão delicadas como isto hão-de ser as consciências dos que governam, em matérias de momento. O ministro que não fez grande escrúpulo de momentos não anda em bom estado; a fazenda pode-se restituir, a fama, ainda que mal, também se restitui, o tempo não tem restituição alguma."»


publicado por weber às 11:03
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