Domingo, 5 de Setembro de 2010

Actualíssimo

Rui Bebiano, que descobri camusiano, algo que nos une, publica post de uma actualidade dolorosa, de que ele duvida que muitos o compreendam.

Muitos de "nós", os revolucionários da década de 60 do século passado, não hesitávamos, um segundo que fosse, quanto à necessidade da violência, como parteira da história (para dar lugar a outro mundo, a outra sociedade...), assim como não hesitávamos, em teoria, quanto à urgência da violência para assegurar o poder do povo, do operariado (éramos todos marxistas...) uma vez consumada a revolução.

O historiador de Coimbra põe em linha S. Just e socorre-se de um notável texto de Camus, em L' Homme Revolté, para o confrontar com Sade e com a violência.

Belíssimo post este de Rui Bebiano, que se recomenda, vivamente.


publicado por weber às 11:36
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