Quinta-feira, 1 de Abril de 2010

Roma a cidade eterna

 

A chegada ao Aeroporto Internacional Leonardo da Vinci, na Comuna de Fiumicino é decepcionante.

O nosso equipamento aeroportuário de Lisboa é bem mais moderno, funcional e primoroso que este.

Em Roma obras por tudo quanto é sitio.

Na saída, algum caos a lembrar-nos que Roma é uma cidade do Sul, mediterrânea.

Depois, tal primeira sensação iria ser confirmada.

No caminho, viagem feita em táxi de 9 lugares, até ao Hotel Imperiale, na Via Veneto, a geografia era pontuada com sinais de decrepitude.

Ferro-velhos na paisagem, edifícios industriais recentes desactivados e em ruínas, prédios de habitação decrépitos e "barracas".

A par disso, edificios ultra-modernos, centros comerciais, ainda fora de muros.

Entrados na cidade de Roma, com arrabaldes bem desenhados, mas feios, aceitáveis ainda assim, as coisas adquirem uma aura de magia.

A Basílica de S. Paulo. A muralha. Lá dentro...o deslumbramento.

Esta viagem deu para ver algumas referências históricas e monumentais da Roma antiga: Colosseo, as Termas de Caracalla, o Fórum, o Museu do Rissorgimento italiano dedicado a Vitor Emmanuel.

O primeiro dia deu para ver a Plaza de Spagna, a Fontane di Trevi, o Fórum de Traiano, a coluna de Traiano, encimada com uma estátua de S. Pedro (um absurdo anacronismo) o Teatro de Marcello, o Gueto, circundar o Museu Hebreu, fechado por que estavam em plena Páscoa judaica, a Isola Riverina, o Transtevere, a Igreja de Santa Maria de Tevere.

Depois, bem, depois, dormi, dormi, dormi.

J.A.

Panteón de Agrippa que não vi, por que estava em obras de restauro.

 

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publicado por weber às 12:50
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