Sexta-feira, 5 de Novembro de 2010

Sócrates, diz ele, foi ouvido...

Pelo menos, por M.F.L. foi-o, no Parlamento e durante o debate sobre a proposta de OE 2011.

Por que é que não ouvem o que anda a escrever o brilhante economista americano, Paul Krugman e Nobel da Economia?

O jornal i publica um asserrtivo artigo sobre os moralistas da dívida e das consequências tenebrosas que tal "movimento" de opinião e já eleitoral, pode estar a provocar: a "paralização" do crescimento económico.

Se os privados não arriscam, não investem, o Estado tem de os substituir e fazer o que lhe compete.

Mas está a ser bloqueado com receitas recessivas, em nome da redução da dívida.

Leiam os-moralistas-da-divida que coloca, exactamente, a questão onde ela deve ser colocada.

«Se o Estado cortar os incentivos à economia, como querem os moralistas, vamos cavar a própria ruína, com a estagnação a prolongar-se e o desemprego a aumentar.»


publicado por weber às 16:11
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