Quinta-feira, 7 de Abril de 2011

Raízes

 

Ontem, em linha com Paul Veyne, estava de acordo que é desconcertante e desadequado falar-se das "raízes" cristãs da Europa.

As civilizações, as comunidades, têm um cimento que os une, que os sustenta, mas é tão diverso, tão excêntrico, que não se pode falar um único tipo de raízes, ou de uma única entidade formatadora do que nós achemos que é a Europa ou o que são os europeus.

Esta disputa foi interessante no processo que levou à narrativa da e sobre a "Constiuição Europeia".

Hoje já estou de acordo com a Ana Cássia Rebelo, dita ana-de-amsterdam e com o texto, que é um manifesto anti-racista, por ela construido em torno das suas, dela, raízes.

 

tags:

publicado por weber às 11:24
link do post | comentar
partilhar

. ver perfil

. seguir perfil

. 8 seguidores

.pesquisar

 

.Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

.posts recentes

. Raízes

.arquivos

.tags

. todas as tags

.últ. comentários

Chame-me Parvo….Pois é, Sr. Pedro Tadeu, é isso me...