Sábado, 24 de Setembro de 2011

Desculpa, tolerância, perdão

O tema da crónica de Anselmo Borges no DN é o do perdão.

Confronta-o, ao modo dos filósofos, com a "desculpa", considerando-o do domínio quase do religioso e, aquela, da dimensão modesta do humano.

Mas, por uma singular, talvez, distracção, não introduzi na sua reflexão, sobre duas situações concretas, a dimensão da tolerância.

Mas, no entanto, ela está presente nos dois acontecimentos por ele citados e mesmo na dimensão do perdão.

Mas leiam-lhe a crónica que vale a pena.

Para o ilustrar este nico:

«Se pensarmos até ao fim, lembrando as vítimas inocentes, não será difícil vir à ideia que só Deus pode perdoar. Como escreveu o filósofo agnóstico Jacques Derrrida, perdoar o imperdoável aponta para algo que está para lá da imanência, "qualquer coisa de trans-humano": "na ideia do perdão, há a da transcendência", pois realiza-se um gesto que já não está ao nível da imanência humana. Aí começa o domínio da religião. "A partir desta ideia do impossível, deste 'desejo' ou deste 'pensamento' do perdão, deste pensamento do desconhecido e do transfenomenal, pode muito tentar-se uma génese do religioso.

Foto-Ameneh Bahramí, que não aceitou uma proposta de casamento com Majid Mohavedí. Este, vingou-se. Lançou-lhe à cara ácido, que a cegou.

O tribunal deu-lhe razão e esta podia ter exercido "a lei de sangue"...perdoou-lhe, no último instante.

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publicado por weber às 11:50
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