Segunda-feira, 16 de Maio de 2011

O líder +

 

Pedro Passos Coelho deslocou-se, ontem, à Brandoa*, aproveitando a Feira tradicional.

Dizem-me que mataram quatro porcos e a cerveja correu à força de muita mini.

Dizem-me, quem por lá passou, que a tabanca esteve sempre a abarrotar, pois os comes e os bebes foram à borla.

Dominavam os "africanos" e foi nesse contexto, que o líder social-democrata, entusiasmado com o acolhimento, produziu a célebre frase "sou o candidato mais africano".

Mas, pergunta-se o leitor, por que produziu tal afirmação? Sendo verdadeiras as suas ligações a África (viveu em Angola, está casado com uma mulher cabo-verdiana, de quem tem uma filha) qual a utilidade eleitoral de uma tal distinção? Nenhuma.

Mas, ao invés, faz-me lembrar uma anedota, que se conta na Amadora.

Um filho, preto, africano, faz uma série de perguntas ao pai.

- Pai, porque temos carapinha?

- Para nos protegermos do Sol tórrido.

- Pai, para que temos estas coxas tão fortes?

- Para podermos correr na savana.

- Pai, para que temos esta cor de pele?

- Ao contrário dos branquelas, para podermos suportar os raios solares.

- Pai, e para viver na Damaia, precisámos disto tudo?

*Pode ser de fraco agoiro, pois, em 1997, foi a votos para Presidente da Câmara daquela edilidade e sofreu ( quando quase todas as sondagens o declaravam vencedor anunciado...) derrotado pelo socialista Joaquim Raposo, ficando mesmo atrás do comunista Orlando de Almeida, engenheiro.


publicado por weber às 11:29
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