Segunda-feira, 11 de Janeiro de 2010

A besta negra de Pacheco Pereira, o ideólogo da Marmeleira

Pacheco Pereira passou-se dos carretos, está a endoidar, transformou-se naquele que nunca deixou de ser: revolucionário à outrance (com lhe disse Sócrates no Parlamento), estalinista, maoista, que foi uma variante asiática do senhor do Kremlin.

Leiam o artigo que assina na Sábado e, depois, digam-me se o homem não está senil, se não perdeu a tramontana.

Leiam-no aqui e, de pronto, de seguida:

«O Primeiro-ministro José Sócrates, ele próprio, suscita na blogosfera um apoio muito especial, sem equivalente no mundo exterior fora da Rede. Não sei se por desespero,- as coisas não tem corrido bem à persona tutelar, - se por simpatia, no sentido preciso do termo, se por imitação, os blogues socráticos desenvolveram um estilo agressivo de insulto e calúnia pessoalizada, que não tem paralelo com qualquer outra área política (se exceptuarmos algumas personagens passo-coelhistas como Nogueira Leite, conhecido por insultar tudo e todos no conforto do Twitter e do Facebook). Esses blogues, como o Câmara Corporativa, o Aspirina B, o Jugular, escritos muitas vezes sob o anonimato e onde pululam empregados do governo, e às vezes mais acima - o anonimato serve para ocultar os autores, mas o estilo denuncia-os –, representam um mundo aparte na blogosfera que revela as fontes do radicalismo que emana nos dias de hoje do centro do poder socialista à volta de Sócrates. Quem se mete com José Sócrates leva de imediato uma caterva de insultos, que inclui todos os clássicos e é sujeito a uma campanha ad hominem grosseira e, zanguem-se agora a sério, muito miguelista mas sem as qualidades de José Agostinho de Macedo. 

A mecânica destes blogues está longe de ser a discussão política, mas uma regra típica dos aprendizes de feiticeiro: a destruição dos adversários a golpes de insultos e calúnias, já que não se pode prende-los, nem censurá-los. Os seus executores são gente mais à esquerda do que o PS, com pretensões intelectuais, mas com a pior das tentações intelectuais, a que vem da desenvoltura e do sentido de impunidade de quem acha que está no poder e tudo lhe é permitido.»

O texto e a foto escolhida por JPP recorda-nos a agit-prop dos comunistas da década de 20 do século passado e dos nazis, na sua ascensão para o poder, na década de 30, em vésperas da 2.ª guerra mundial.

JPP e os seus fantasmas... no seu pior!

J.A.


publicado por weber às 09:49
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