Sexta-feira, 17 de Dezembro de 2010

D. José Policarpo II

O Cardeal Patriarca de Lisboa, na extensa entrevista que dá à Visão, aborda uma vasta gama de temas.

Um dos que me chamou, particularmente, a atenção: Maçonaria, Opus Dei.

O jornalista, Filipe Luís, pergunta.

Haverá um novo fôlego da Maçonaria, na influência que tem na condução dos negócios do Estado e na produção legislativa? Nomeadamente nas leis fracturantes?

Não tenho dados para responder. A maçonaria é uma sociedade secreta.

Como o Opus Dei...

Mas o Opus Dei não se define como sociedade secreta. A Maçonaria, sim! Mas não creio que, nesse aspecto legislativo, aja esta influência. O Grande Oriente Lusitano não é ateu. E a Maçonaria, sob o ponto de vista ético, é bastante rigorosa e um bocadinho tradicional, em matéria de valores. A Maçonaria está mais interessada no laicismo e no primado da racionalidade como único critério de verdade, incluindo no campo da fé.

Ao tempo em que o advogado de Coimbra e pai do SNS, António Arnaut, foi Grão Mestre do GOL procedeu a uma certa abertura sobre a sociedade civil: deu entrevistas, na sua qualidade de Grão Mestre. Deixou-se fotografar no Palácio na Rua do Grémio Lusitano, recebeu visitantes ilustres (o pretendente ao trono, D. Duarte Nuno, ali foi, assim como o Presidente Jorge Sampaio) e definiu a Maçonaria do século XXI como uma "sociedade", já não secreta, mas discreta.


publicado por weber às 18:29
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