Sábado, 13 de Agosto de 2011

O muro de Berlim

Faz hoje 50 anos, que as autoridades comunistas da DDR começaram a construir o muro, cujo adjectivo mais perene, da "vergonha", o acompanhou até à derrocada.

Representou durante anos a fio a vontade de liberdade dos cidadãos da Alemanha Oriental e a vontade para vencer as ditaduras comunistas, da "cortina de ferro", que se tinha abatido sobre a Europa, na frase imorredoura de Churchill depois da 2.ª Guerra Mundial e após os acordos de Yalta, que tinham partilhado a Europa entre os vencedores.

A Lusa publica efeméride interessante, que pode ler por aqui.

A simbólica da derrocada do "muro" remete para a decomposição/implosão do maior embuste do século XX: o comunismo, ou o socialismo real, ou a democracia socialista, ou a ditadura do proletariado, cujo balanço repressivo remete par 30 (?) milhões de mortos, milhões de vidas ceifadas, carreiras académicas interrompidas, génios da ciência, das artes, do pensamento assassinados, humilhados, aprisionados, povos inteiros desfeitos, encarcerados nas suas pátrias...

Hoje comemora-se, pois, essa festa, esse "acontecimento" acontecimental, porque marcou a história, o seu tempo, e a narrativa dela.


publicado por weber às 13:27
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