Sexta-feira, 30 de Março de 2012

Merah: "mato logo existo"

 

Este é o titulo de um artigo de opinião, editado em o Público, por autor competente, sobre o massacre de Toulouse.

É uma reflexão possível, com itenes consistentes, mas pressente-se que falta mais dados numa equação perturbadora:o terrorismo seminal.

Veja-se o artigo aqui.

A alta tecnologia hoje permite levar a "guerra" onde se quiser de sem deslocar exércitos tradicionais. Basta apaniguados arregimentados nas etnias que os países desenvolvidos da Europa recrutarem como mão-de-obra pronta para ser utilizada nos seus processos económicos, que entretanto se reproduziram e, cujos filhos, nem são uma coisa nem outra. Este Merah era definido como franco-argelino e sem emprego, e sem formação académica e sem actividade honesta e consistente. Alvo fácil para os terroristas que invocam indevidamente o Islão e o Corão.

O terrorismo "religioso", o actual, utiliza os instrumentos mais sofisticados que a alta tecnologia colocou ao serviço dos homens, mas sustentado por uma ideologia das mais retrógada e antiquada, que se possa conceber.

Este é o paradoxo.

Este terrorismo dissemina-se como uma praga, mas com apoios incomensuráveis.

O papel do Irão adquiriu, com a sua liderança insana, mas gélida nos seus propósitos, uma centralidade maléfica.

A questão pode e deve ser vista de muitos ângulos.

Este, do autor do Público, é um e deveras pertinente.

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publicado por weber às 19:10
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