Domingo, 30 de Outubro de 2011

Eu bem que desconfiava...

José Sócrates no final da sua governação, começou a sofrer da síndrome dos comerciais.

O homem vendia "tudo" e em todas as partes do mundo: na Venezuela, de Chavez, na Libia de Khadafi, no Brasil, de Lula e etc. Sentia-se, nesse segmento da sua actividade, realizado, mas os outros comerciais da empresa onde labutava gastavam acima do que ele facturava. Começou a sentir-se cansado, sem ideias para aumentar a facturação a níveis que pudessem compensar os gastos nos media, nas obras públicas e sobretudo na falta de crédito bancário.

Entretanto, faz irupção, no país, um rapazinho, de uma outra empresa, a prometer mundos e fundos.

Tal flautista do conto, as pessoas acreditaram na cantiga.

Correram com o engenheiro e substituíram-no pelo gestor de empresas, Passos Coelho.

Sabe-se que este foi à "cumbre" ibero-americana, fraquinha, que só se emocionou quando foi anunciado o cancro da laringe de Lula da Silva.

E que lá foi fazer?

Foi vender, designadamente, computadores.

Até aqui tudo bem.

Mas, soube-se aqui que foi vender um computador "criado" pelo seu antecessor e que o actual PM tanto criticou: o "Magalhães".

Nem dá para acreditar, mas, a realidade e a necessidade, são muito teimosas.

Portanto, podemos até acreditar que Passos Coelho se transformou em caixeiro-viajante de Sócrates, enquanto este apura os seus conhecimentos, em Paris, na complicada disciplina, que é a ciência politica.

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publicado por weber às 12:29
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