Segunda-feira, 12 de Março de 2012

A morte anunciada de uma espécie de cronista

A Direcção do semanário Expresso decidiu publicar a última crónica de Mário Crespo em que este "injuriava" o media que o acolheu, em texto "eivado" de "mentiras", segundo a nota daquela que lhe fez notar isso mesmo, antes da publicação. O jornalista, ainda assim, insistiu na publicação da mesma.

Faz tempos foi também "corrido", em circunstâncias formais diversas, do Jornal de Noticias, mas quase pelas mesmas razões: aleivosias, insultos e mentirolas.

Veja-se aqui a noticia da segunda morte de uma espécie de cronista. Como diz o povo, não havendo duas sem três, talvez o Correio da Manhã o acolha.

É, apenas e tão só, um palpite.

Mas como é da concorrência do grupo do tio Balsemão...talvez ainda acabe mal, este compulsivo e insano mentiroso.

Nota - Estando eu de acordo com muito do que Luís Marinho escreveu na arrasadora carta que dirige a MST, manda a verdade que se diga o seguinte: O DN, na sua edição de 2 de Março publicou, com larga promoção, a carta, e na íntegra, do Director Geral da RTP a responder às observações manhosas de MST, feitas na anterior edição do Expresso, e na coluna habitual daquele escriturário de sucesso.

O Expresso, esse, recebeu a mesma carta de Luís Marinho, à posteriori da publicação no DN, e dirigida ao Director Ricardo Costa, que, naturalmente, a remeteu para o direito de resposta e para a secção das cartas dos leitores. Óbvio. Sem espinhas.

 


publicado por weber às 14:33
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