Domingo, 24 de Janeiro de 2010

Erets Yisrael

Hoje só tenho olhos para o Judaísmo.

Acumulei informação e conhecimentos que vou colocar em exame, próxima terça-feira.

Baruc Spinoza, o judeu português de Amesterdão, excomungado, vitimado pela "HEREM", exercida pelo tribunal rabínico (conhece-se as acusações e a substância da sentença), hoje de uma actualidade gritante, descobriu-o na sua grandeza luminosa nesta minha demanda de saber.

Descobri Walter Benjamin, o maior pensador do século XX, (primeira metade, pois que suicidou em 1943, em Poitu), Theodor Hertz, jornalista austríaco e correspondente, em Paris, do Neue Freie Press em 1891 e, por essa razão fez a cobertura do julgamento, sob falsas acusações, do tenente do exército francês, judeu, Alfred Dreyfus.

Esse julgamento provoca-lhe uma espécie de epifania. Percebe então que os judeus, todos eles, precisam de um lugar, histórico de preferência, para viverem.

Escreve a obra "mater" do sionismo "Judenstaat" cujo conceito é aprovado, ainda nesse século XIX, no Congresso Mundial Judaico em Basileia.

O resto da história é conhecida.

Confrontei-me com gigantes judeus do tamanho de Moisés Maimónides, de Jesus, de Moisés de Leão, de Freud, de Marx, de Trotsky, de Kamenev, de Zinoviev, de Mahler, de Mendelshom, de Proust, de Pissarro, de Amedeo Modigliani, de Einstein, de Adler, de Rosa Luxembourg, de Mozart e de Gershom Scholem e ainda de Hannah Arendt.

A SHOA marcou de modo impressivo a emergência do Estado de Israel.

Deixo-vos uma afirmação do Pai fundador do Estado de Israel e seu primeiro Presidente:

«“VEJA – O que será preciso para que Israel se integre na comunidade das nações pacíficas do mundo?
DAVID BEN-GURION – Primeiro, que todos os judeus do mundo venham para Israel; em segundo lugar, que os desertos que cobrem 80% da área do país sejam fertilizados; e, em terceiro, a paz com os árabes. Somente depois de atendidas essas três condições, Israel terá nascido de verdade”.
Entrevista concedida em maio de 1973, sete meses antes da morte de Ben-Gurion, “o patriarca de Israel”, no “retiro” a que se recolheu a partir de 1970.» 

J.A.

Foto de Theodor Hertz.

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publicado por weber às 12:02
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