Domingo, 10 de Julho de 2011

Expresso: a verdade a que temos direito

Em tempos de vacas gordas, em que, no mundo comunista, o Sol nunca se punha, os próceres portugueses chegaram a "ter" um Diário, que assumia como divisa "a verdade a que temos direito".

Esse diário, essas vacas gordas, já estão soterrados no cemitério da história.

Emerge hoje com essa divisa, curiosamente, assumindo-se, como sempre o fez, contra-poder, escrutinador dos governos, dos ministros, das politicas...o Expresso.

Os nossos amigos do "câmara corporativa" servem-no em doses robustas.

Leiam o primeiro, assinado por Pedro Adão e Silva o melhor analista da área socialista.

Depois, bem, depois é a vez do Fernando Madrinha jornalista da casa.

Agora, a vez ao comentador encartado, na SIC, na BOLA e que assina Miguel Sousa Tavares.

E, a cereja em cima do bolo, o director, lui même Ricardo Costa .

É muito impressiva esta sequência, a que se poderia juntar a crónica, abordagem mitigada do tópico, de Henrique Monteiro, esse, vem "subscrever" a postura, a função da Moody's... por coerência com um passado recente.

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publicado por weber às 10:59
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