Quarta-feira, 9 de Maio de 2012

Europa

Sabe-se do mito fundador.

Sabe-se dos vários cimentos que a moldaram, desde os bárbaros do Norte até aos gregos, fenícios, romanos, tudo isto embebido nas religiões mesopotâmicas e nas do livro, judaísmo e cristianismo, que se transformou em religião de Estado, e deu à Europa o seu Pathos.

A deriva do judaísmo, o Islão, também por cá deixou as suas impressões digitais, no Ocidente Peninsular e no Leste, nos balcãs.

Na  Rússia, nascida do principado de Kiev e no mundo eslavo, os bizantinos ortodoxos aí se instalaram, com força e vigor, e reapareceram na implosão do império comunista soviético.

De Gaulle, sustentava que a Europa ia do Atlântico até aos Montes Urais.

Geograficamente, já faltou mais alcançar este desiderato.

A 2.ª Guerra Mundial criou, por absurdo, uma consciência europeia, por cima de milhões de cadáveres de muitas nacionalidades e etnias.

Hoje comemoramos o Dia da Europa, aquela que foi criada pelos seus pais fundadores, Jean Monnet, francês, Robert Schuman, franco-alemão, Paul Henri Spaak, belga e Di Gasperi, italiano, em finais da década de 40 do século passado.

Projecto económico, e de paz, bem sucedido.

Agora só falta resultar politicamente.

Já faltou mais.

A actual crise, económica e financeira, pode obrigar os dirigentes da UE a encontrar o trilho certo.

Assim queira deus, ou, ao modo árabe islâmico...oxalá.

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publicado por weber às 08:15
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