Sexta-feira, 26 de Agosto de 2011

A mais antiga profissão do mundo

Os rapazinhos do 5Dias andam à procura de terem graça.

A bosta bolçada por este energúmeno da bloga, que dá pelo pseudónimo de Estaline, mas que se subscreve com o pequeníssimo nome de Rafael Fortes, veio em defesa do camarada Figueira.

Os argumentos são de ir às lágrimas.

"1) O camarada Figueira faz o que quer e lhe apetece, e sendo um profissional em comunicação institucional,  o convite é-lhe dirigido na qualidade de técnico e não na qualidade politica, logo é uma questão do foro privado da sua vida profissional."

Esta narrativa estaliniana fez-me lembrar uma história que me contaram, faz tempos.

Durante o consulado do camarada Samora Machel, em Moçambique, as entradas nocturnas (ou diurnas, tanto monta...) no Hotel Polana eram muito criteriosas, selectivas.

Uma bela noite, dois jornalistas portugueses, acompanhados de duas putas locais, quiseram franquear a porta de entrada, com as respectivas senhoras. O porteiro, munido de instruções marxistas-leninistas, barrou-lhes a entrada, com um "grito" prenhe de moralidade:- Aqui não se permite a entrada de prostitutas!

Uma das senhoras, visada pelo militante bolchevique, retorquiu, cheia de profissionalismo:-Prostituta?! Prostituta?! Está enganado, camarada. Eu sou mesmo é puta, puta de foder, percebeu?!

Vem esta história a propósito do "caso" Figueira? Claro que sim.

Os camaradas, e ele próprio, António Figueira, insistem que é um "técnico", assim uma espécie de prostituta, que vende, não o seu corpo, mas antes a alma a quem melhor pague.

Honra à puta, filha do Maputo, que, dignamente, se assumiu como puta. Puta, puta, mesmo de foder.

Este Figueira é mais de "foder" o parceiro e os alvos, que o patrão Miguel Relvas, o minstro da propaganda, lhe fixar. Não acreditam? Quem viver verá a "produção" ou, melhor dito, a "fornicação" do Figueira.

Porquê, então, a pergunta sobre a velha questão da primeira profissão do mundo, em que as mulheres se "coisificaram", se transformaram em mercadoria que, à medida que envelhecem, se depreciam?

Por que a resposta é quase óbvia.

A primeira profissão do mundo é, sem sombra de enganos, a prostituição.

E, já agora, que aqui estamos, e a segunda? Jornalista! Ou, para nos adequarmos às notações em vigor: técnico de comunicação institucional!

Dá mesmo para rir, não dá?

Foto- Vladimir Ilitch Ulianov, dito Lenin e Josef Vissarionovitch Djughashvili, dito Stalin e ainda Kalinin. 

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publicado por weber às 15:11
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