Domingo, 25 de Setembro de 2011

A "inteligência", a espionagem, os espiões

Desde quase sempre, pelo menos desde que a espécie humana se foi "desmembrando" deslocando-se para várias geografias, fixando-se nelas, transformando-as em lugares de recolha de alimentos, de sobrevivência, que foi necessário "defenderem-se".

A recolha de informações sobre as comunidades humanas, distintas, que disputavam os mesmos territórios, as mesmas "manadas" de alimentos, as mesmas grutas, apareceu, rapidamente, como uma das actividades por excelência dos humanos grupos.

À medida que as realidades povos/territórios/cultura/língua/religião se foram sedimentando, distinguindo, a importância da "espionagem", da recolha de informações sobre os inimigos reais, putativos, ou imaginados, adquiriu importância.

Na história da contemporaneidade, século XX, fundamentalmente, a actividade da espionagem foi quase central.

Na 2.ª guerra mundial foi mesmo decisiva, em vários lances do conflito, em várias geografias e com vários intervenientes.

Os ingleses criaram das melhores escolas, os franceses, um descalabro, os soviéticos, muito bons, os alemães, razoáveis...

Mas, eis que a nossa melhor historiadora da contemporaneidade portuguesa, Irene Flunser Pimentel, decide "atacar" o tópico durante a 2.ª guerra mundial e em Portugal.

Aguça-nos o apetite neste post:espiões na costa do sol portuguesa, mas "ameaça" que está preparar obra de folgo.

Já registei que está preparar obra de folgo sobre as organizações que resistiram e lutaram contra o regime fascista de 1926 a 1974; já sinalizei que está a preparar obra consistente sobre as "companheiras" dos militantes antifascistas de nomeada.

Agora, esta, sobre os espiões e a espionagem na Costa do Sol...

É obra. Melhor dito: são obras!

Mas, o que me impressiona, é o valor que, cada vez mais historiadores de renome e de qualidade, atribuem as estas fontes, a espionagem e os espiões, que, em tempos eram remetidas para o "folclore" da historiografia.

Tony Judt, já falecido, foi um deles, mas não o único.

De saudar a abordagem de Irene Pimentel e ficar, ansioso, à espera do lançamento da obra.

Selo comemorativo, na morte do "herói soviético".

*«Harold Adrian Russell o "Kim" Philby (1 de enero de 191211 de mayo de 1988) fue un miembro de alto rango de la inteligencia británica, quien no obstante era un marxista convencido que servía como agente del NKVD soviético y del sucesor de éste, el KGB. En 1963 Philby fue finalmente expuesto como un miembro de la red de espionaje conocida como Los cinco de Cambridge, junto a Donald Maclean, Guy Burgess, Anthony Blunt y John Cairncross. De los cinco, se cree que Philby fue el más exitoso, teniendo en cuenta la calidad de la información clasificada que le brindó a la Unión Soviética (URSS). Su exitosas actividades a favor de la URSS sólo fueron moderadas por la creciente paranoia de Iósif Stalin de que él habría sido un triple agente (es decir, un aparente doble agente que, en definitiva, habría seguido siendo fiel a los servicios de inteligencia británicos).»

*Noticia retirada da Wikipédia.

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publicado por weber às 18:04
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