Segunda-feira, 15 de Agosto de 2011

Eduardo Barroso

 

Confesso que sempre simpatizei com o cirurgião. Nem sempre gosto do adepto ferrenho do Sporting, mas reconheço-lhe genuidade e ausência de trapaça no seu amor clubístico e na sinceridade com que defende pontos de vista.

Cruzei-me com ele em 1968, em Bruxelles, em visita ao seu irmão Mario Barroso, exilado politico.

Era um menino, praticando então uma admiração sem limites pelo irmão mais velho.

Creio que já andava a mourejar na Faculdade de Medicina.

Hoje é um dos nossos heróis da cirurgia de transplante de órgãos, sobretudo hepáticos.

Dá uma notável entrevista, a um dos nosso melhores entrevistadores da actualidade, José Fialho Gouveia, na revista SOL, que pode fruir aqui.


publicado por weber às 02:02
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