Sábado, 6 de Agosto de 2011

"O homem sem qualidades"

Irene Pimentel, de quem eu gosto, particularmente, como cidadã (das mais apaziguadas, que conheço) e, sobretudo, como historiadora, produziu post de mor qualidade sobre o tempo que corre e a partir de uma metáfora, que, em si, já o é: o inicio da narrativa de Musil (na foto), "O homem sem qualidades", um dos doze livros essenciais que a humanidade produziu.

Aqui, o "doze" é quase cabalístico, mas não vou explicar.

Leiam o texto de Irene Pimentel, esse sim, importante, para nele nos arrimarmos, neste tempo, de tanta mediocridade e malvadez.

Para abrir o apetite:

«A obra de Musil, «O Homem sem Qualidades», que li há muito, começa, se a memória não me trai, com uma imagem de zoom cinematográfico que parte dos céus para afunilar o espectro de visualização sucessivamente, até chegar à rua, à casa e à personagem. No meu processo de zoom, parto da crise global que se vive actualmente num mundo à beira do abismo, para chegar à actual destruição da Europa - confesso que a U.E. é a minha utopia pessoal -, por várias razões, uma das quais se prende por estar a ser minada pela Direita neo-liberal, cuja política de austeridade não tem saída, na minha opinião. No entanto, e chegando à minha “rua”, nessa Europa neo-liberal de Direita, sem se afastar dela, Portugal está a viver um “fenómeno” específico, que advém da nossa história recente

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publicado por weber às 13:05
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