Sexta-feira, 1 de Abril de 2011

A verdade da mentira

 

 

Ontem, vésperas do dia das mentiras, Cavaco Silva fez mais um número pífio do papel que o povo lhe atribuiu: Presidente da República.

Em vésperas de ser reeleito, anunciava, majestático: - Não se pode acrescentar uma crise política à crise económica, social e financeira que vivemos e que não tem precedentes. Não sou muito atreito a usar a bomba atómica, que é a dissolução do Parlamento.

Isto foi antes.

Na sua tomada de posse, arrasa o governo de Sócrates.

Na primeira oportunidade, cavalgando a onda do PSD e da outra tropa fandanga do Parlamento, que "chumbou" o PEC IV, liminarmente, sem uma única alínea alternante, aceitou a demissão do primeiro-ministro e, nas calmas, numa cool, recebeu os partidos, ouviu o Conselho de Estado e, zás!...eleições para 5 de Junho.

Quem se lixa? O zé povinho, obviamente.

O sô Silva diz, babando-se, que será isento, equidistante, da maioria e oposições, e mais um par de banalidades.

Viu-se o seu proceder na "condução" desta crise.

E agora?

Imagine-se o PS a ser o partido mais votado?

Só para ver o Aníbal a ter um chilique pagava a todos os eleitores (se fosse o Madoff na sua época de ouro...) para votarem Sócrates. Pagava, sim senhor.


publicado por weber às 10:52
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