Sábado, 9 de Julho de 2011

Da importância do Decálogo

Os des mandamentos biblicos foram estruturantes da nossa civilização judeo-cristã, mas também grega, romana, germânica, árabe.

Coloca-se a questão da sua importância na actualidade.

Jornal alemão apresentou essa mesma questão a gente importante.

O resultado foi sem surpresas.

Anselmo Borges aproveita o ensejo para produzir crónica, que pode vislumbrar por aqui.

«Pessoalmente, mais do que a imoralidade preocupa-me a amoralidade. Porque, quando tudo vale, nada vale, pois tudo é igual. Uma sociedade sem convicções e valores comuns partilhados não tem futuro, porque lhe falta horizonte e sentido. Por isso, fonte maior de mal-estar hoje está na falta de critérios de valor e de orientação.

Neste contexto, a revista alemã Stern publicou um dossier subordinado à pergunta: "Os Dez Mandamentos estão ultrapassados?" Significativamente, políticos como o actual ministro federal das Finanças, W. Schäuble, realizadores como Wim Wenders, filósofos como Peter Sloterdijk, declararam que eles continuam vivos e actuais. De facto, quem negará actualidade a preceitos como: "Não farás imagens de Deus, mas respeitarás a dignidade de todos os seres humanos, sua imagem", "Não matarás", "Não cometerás adultério", "Amarás os filhos e respeitarás os pais", "Não roubarás", "Não viverás à custa dos outros", "Serás justo com todos", "Protegerás a natureza", "Assumirás as tuas responsabilidades"?

Referindo-se-lhes como um compêndio da sabedoria humana, acumulada ao longo de séculos, o grande escritor Thomas Mann disse que eles são "manifestação fundamental e rocha da decência humana", "o ABC da conduta humana".»

Lembro-me de, em tempos, uma escultora, que não recordo o nome, ter produzido frase, que ainda hoje recordo: "Prefiro a pureza dos marginais, à marginalidade dos puritanos."

Foto do autor da Montanha Mágica.


publicado por weber às 12:35
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