Domingo, 20 de Maio de 2012

Do Daniel de Sousa, grande poeta

 

 inquieto o tempo desdobra

nas mãos os múltiplos silêncios

da valsa

 

imperfeita

o vagar da noite que arde sobre o rio

palavra a palavra

até ao mar final da memória

pois nada sabemos

de ti


Pedro Saborino


publicado por weber às 12:21
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