Quarta-feira, 14 de Dezembro de 2011

A força da Constituição da República

Recordo-me, no tempo do último governo de José Sócrates, o então MNE, Luís Amado, peregrina ideia, tinha sustentado que se deveria constitucionalizar um valor, qual número de ouro, para o deficit. O PM em exercício ralhou, barafustou e zurziu no seu ministro "nem pensar era bom".

Os tempos são outros. As borrascas também e eis que volta, agora directamente de Bruxelles a urgência e a ingência de constitucionalizar o dito e já embrulhado em número rigoroso: 0,5% do PIB.

Mas o nosso cronista, desmancha prazeres habitual, agarra a coisa, o dito deficit, de cernelha e sai poema.

Bem esgalhada croniqueta.


publicado por weber às 12:00
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