Terça-feira, 14 de Setembro de 2010

Claude Chabrol vale bem duas "missas"...

 

Gosto de, e venero, Claude Chabrol.

Tendo acompanhado os obituários, aqui e ali, que da morte dele se têm alevantado.

Destaco, pela qualidade, dois post's belíssimos.

Um, de rara qualidade, em linha com a realidade portuguesa, que pode ler aqui no blog do meu amigo João Tunes agualisa6. A classificação é exacta, a dinâmica historicista precisa, o "confronto" entre Chabrol e Balzac, uma "trouvaille". Talvez meter o Zé Cardoso Pires ao barulho, para a triangulação ficar completa.

Sublinho um outro, do meu estimado Pierre Assouline, Passou, que deixa cair o Chabrol da nouvelle vague para o imaginar, totalmente, simenoniano. Um texto de uma rara consistência, muito bem escrito, como é hábito deste franco-marroquino, uma das estrelas das letras francesas da actualidade e com uma tese inovadora.

O que teria sido a obra de Chabrol se tivesse tido "dinheiro" para filmar mais Georges Simenon, o belga, que ele tanto amou e venerou? Leia-se o post publicado em la république des livres.

Fazia todo o sentido os legatários franceses em Lisboa realizarem uma retrospectiva da obra chabroliana, digo eu.


publicado por weber às 16:48
link do post | comentar
partilhar

. ver perfil

. seguir perfil

. 8 seguidores

.pesquisar

 

.Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

.posts recentes

. Claude Chabrol vale bem d...

.arquivos

.tags

. todas as tags

.últ. comentários

Chame-me Parvo….Pois é, Sr. Pedro Tadeu, é isso me...