Terça-feira, 23 de Fevereiro de 2010

Irene Pimentel

Ontem vi a entrevista de Sócrates a Miguel Sousa Tavares.

Este, o jornalista, estava nervoso.

Uma estreia, em directo, é sempre perturbadora e provocadora de ansiedade.

O jornalista não deixou de fazer as perguntas que importavam ser feitas.

O entrevistado, o Primeiro Ministro de Portugal, eleito pelos portugueses há quatro meses, pareceu-me que estava recuperado do cansaço da "campanha" negra que por aí pulula contra ele e esteve assertivo nas respostas, menos crispado, mais humilde.

Gostei e  ninguém tem nada com o meu gostar.

E gostei dos dois, do jornalista e do politico.

Depois, saltei para a RTP1.

Estavam a discutir os grandes problemas da Pátria. Entretanto, a primeira parte ocupou-se das "campanhas", da Justiça, de José Sócrates.

Do que ouvi, gostei, praticamente de tudo. Gostei de Almeida Santos (está aí para as curvas), gostei do ex-director do Publico, gostei de Rui Machete, gostei  de António Hespanha e, particularmente de Irene Pimentel.

O modo urbano como coloca as questões, a precisão do seu enquadramento, a prospectiva da historiadora, o modo severo, sem ser dramático, ou tremendista, como nos alerta para os perigos que aí andam à solta, como os vendavais e as forças da natureza que, num ápice, tudo derrubam e destroem.

Gostei.

Considero que são vozes como as da historiadora e, particularmente, da cidadã Irene Pimentel que se recomendam, que importa e são importantes para falarem e serem ouvidas.

J.A.

Foto de Irene Pimentel.

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publicado por weber às 19:51
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