Domingo, 7 de Fevereiro de 2010

Eduardo Pitta irónico, mas, contudo, certeiro

O literato, no seu "Da Literatura" faz um exercício bem interessante.

Confronta "rumor" com "facto".

Escolhe um alvo.

Pede-lhe para comentar o "rumor", que assenta num "facto".

Leiam-no aqui

Estes exercícios de "humor" não fazem mal a ninguém e são, altamente, pedagógicos.

Pode lê-lo já:

"Vamos lá fazer um exercício de liberdade de expressão. Os estrénuos defensores dela dizem que é sem limites. Seja.

Então é assim. Desde que surgiu, a editora Alêtheia tem sido citada, nos sítios do costume (Passos Perdidos, restaurantes, Grémio Literário, bares, Círculo Eça de Queirós, livrarias, São Carlos, jornais, Gulbenkian, spas, CCB, partidos, etc.), como extensão de um offshore do BPN. A Alêtheia é dirigida por Zita Seabra, antiga dirigente comunista e actual militante do PSD.

Isto é um rumor sem fundamento ou um facto? Se é apenas um rumor, como é que tanta gente (séria) o dá como bom, sem que nenhum jornal se dê ao trabalho de investigar? Porquê o descaso?

Em circunstâncias normais, este blogue não daria acolhimento a rumores. Mas começa a vingar a tese de que o interesse público se sobrepõe a tudo. Façamos então o exercício.


Esclarecimento de Zita Seabra. Aqui fica o essencial da mensagem que a editora da Alêtheia me enviou, a quem agradeço a anuência da reprodução:

«[...] A Alêtheia nunca teve nada a ver com o BPN e muito menos com um offshore do BPN. Temos como um dos sócios fundadores o Dr. Manuel Dias Loureiro, que entrou como todos os outros 6 sócios com uma quota de 25.000 euros. Offshore? Dizem por aí! Será que se mudou para um offshore o nosso balcão do Chiado da Caixa Geral de Depósitos?»"

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publicado por weber às 10:05
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