Quinta-feira, 24 de Fevereiro de 2011

O chão sagrado

Ou estou a ficar mais tolerante, velho, sem sombra de dúvidas, ou o escritor Armando anda a caprichar na escrita e na "moral".

Cidadão tremendista, a roçar o trauliteiro, aqui e acolá, hoje parece-me homem sóbrio, despojado, com a palavra justa, jornalista reciclado, no bom sentido.

O texto que hoje publica no DN sobre Borges Coelho e socorrendo-se de um escritor de que não tinha novas fazia muito tempo, e que me foi importante, Claude Roy, congregou não só a minha aceitação, mas e mesmo admiração.

Leiam-no por Aqui.


publicado por weber às 11:14
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