Sábado, 23 de Janeiro de 2010

Potestas e auctoritas

O padre Borges, sempre justo, avisado e esclarecedor.

E, além do mais, sempre oportuno nos temas que elege para intervir no fluir do quotidiano, no nosso e no dele.

Leiam-no aqui que vale, sempre, a pena.

Com Anselmo Borges ficámos apaziguados, interiormente. Se bem que, as mais das vezes, ele nos inquiete e interpele, como é o caso desta crónica.

Mas que é sempre oportuno  e certeiro naquilo que escreve, disso não me restam qualquer tipo de dúvidas.

Sublinhem-me só este pedaço:

«Qual é o critério de escolha dos bispos? E se a sua potestas - ou a dos padres - não é acompanhada de competência humana e cristã, de inteligência lúcida e corajosa na defesa dos direitos humanos, da força adulta do amor que serve? J.A

E quando aos políticos em geral e às chamadas "autoridades civis e militares " - tradicionalmente, os jornais referiam a presença das "autoridades religiosas, civis e militares" - lhes falta competência intelectual, técnica, moral? Quando à função de deputados ou "ministros" só restasse o nome?

Quando os estudantes descobrem que um professor é incompetente, é melhor pôr-se a salvo.»

 J.A.


publicado por weber às 13:01
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