Terça-feira, 1 de Março de 2011

Uma paixão inconclusa

Também eu "amei" esta mulher dentro desta crónica.

Também eu me apaixonei por ela nesse filme do neo-realismo italiano de 1960.

Mas voltei a amá-la noutros filmes, esses, outros, franceses.

Só tive uma recaída cinéfila, mais tarde, por outra, essa, roliça, cheia de carnes e lábios grossos, Simone Signoret.

É, porventura, uma das mais ternas e comoventes crónicas do jornalista do DN, que muito aprecio.


publicado por weber às 17:15
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