Segunda-feira, 21 de Maio de 2012

Uma opinião

Faz tempos, quando as lutas de "libertação" estavam disseminadas pela África, pelo extremo-oriente, pela América Latina, a NATO era o covil dos maus.

Nunca, os da minha tribo, nos interrogávamos sobre o papel do Pacto de Varsóvia.

Nesses tempos as coisas eram a preto e branco.

Achávamos que o internacionalismo proletário servia a causa dos povos.

Ora, hoje, lendo este artigo escrito pelo Secretário Geral da OTAN o dinamarquês Anders Rasmussen , ex-primeiro-ministro do seu país, dou comigo a reflectir sobre a razão prática das coisas.

Dá que pensar.

Se tivéssemos a Rússia e a China Popular nesta "plataforma" de defesa e segurança...não tinha dificuldade alguma em apoiar e aderir.

Assim, só posso dizer que o senhor Rasmussen me parece um homem prudente e equilibrado.


publicado por weber às 10:44
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