Sexta-feira, 14 de Outubro de 2011

António Barreto dixit

No 10 de Junho, por encomenda do guarda-livros de Boliqueime, estando este PR, tratou Portugal por tu. Tu cá, tu lá. Ó pá, vê lá como é que vais, para onde vais?

Faz dias, qual adivinho, decidiu que Portugal poderia desaparecer...

Marçano nas horas vagas, dá-lhe, nos intervalos, para vagabundar por territórios antes desconhecidos...

Vasco Pulido Valente, por via desses dislates, deu-lhe um trepa das antigas, nas colunas do Publico:

"Vamos desaparecer?

«O dr. António Barreto, com a autoridade da sua barba profética e da sua castidade política, disse que Portugal poderia não vir a ser um país numa Europa diferente e, presumivelmente, reformada. Isto enervou algumas pessoas que se enervam com tudo e mesmo o sr. Pinto da Costa do FC do Porto apareceu na televisão pálido e tremente de terror. Não sei, palavra a palavra, com a exactidão devida, o que o dr. Barreto achou por bem comunicar à pátria. Nem percebi com toda a clareza onde ele queria chegar. Mas percebo, pelo menos, que não percebi nada. Há três possibilidades. Ou o dr. António Barreto se estava a referir a Portugal como nação, ou seja, como entidade cultural, e, nesse caso, não tem razão. Ou se estava a referir a Portugal como Estado soberano, e, nesse caso, desde o século XVII que não tem razão. Ou se estava a referir à autonomia económica de Portugal, e, nesse caso, nunca teve razão.»


publicado por weber às 17:52
link do post | comentar | ver comentários (2)
partilhar

. ver perfil

. seguir perfil

. 8 seguidores

.pesquisar

 

.Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

.posts recentes

. António Barreto dixit

.arquivos

.tags

. todas as tags

.últ. comentários

Chame-me Parvo….Pois é, Sr. Pedro Tadeu, é isso me...