Terça-feira, 16 de Agosto de 2011

"A verdade a que temos direito"

 

Os comunistas portugueses, depois do 25 de Novembro de 1975, quando perderam "todas" as posições que detinham na comunicação social "nacionalizada" tiveram de se fazer à vida.

Com a solidariedade da D.D.R. (papel, clientes e maquinaria...e algum dinheiro) criaram a HESKA e o DIÁRIO, matutino feito na Amadora e distribuído para o país inteiro.

A frase que plantaram debaixo do titulo é aquela que encima este post.

Veio-me à memória, a propósito dessa aventura comunista, um pensamento de Albert Camus, que tinha, à semelhança do nosso Cardoso Pires, o bicho da escrita jornalística e dos jornais. Escreveu em vários e foi mesmo director de COMBAT:

«Une presse n'est pas vraie parce qu'elle est révolutionnaire. Elle est revolutionnaire parce qu'elle est vraie

Miguel Urbano Rodrigues, seu director de cabeçalho e Álvaro Cunhal, seu substantivo mandador, NUNCA perceberam isso.

Nem isso importa para o caso.

Foto - Miguel Urbano Rodrigues em camisa. Ainda anda por aí a sustentar o embuste comunista...Dizem-me que se "exilou" em Cuba dos manos Castro.

Adenda - Irene Pimentel fez o favor de partilhar comigo uma belíssima, quanto impressiva frase de Camus. Para pensar, muito, mesmo muito: «La fin justifie les moyens ? Cela est possible. Mais qui justifie la fin ?»

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publicado por weber às 10:30
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