Domingo, 6 de Junho de 2010

"Pouca-terra..."

O tempo, o meu, também se deixa discorrer com estas alembraduras.

Mas, mestre Rentes de Carvalho fá-lo sempre de um outro modo, cingido à língua, tal alfaiate a talhar o tecido para fato domingueiro: máxima qualidade.

Este pouca-terra-pouca-terra é de leitura obrigatória e prazeirosa.

Destas memórias também me faço, me desfaço, me alevanto em factos, episódios e geografias.


publicado por weber às 10:30
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