Sábado, 20 de Fevereiro de 2010

Fernando Nobre

É conhecido dos portugueses por um percurso humanitário e de ajuda planetária a quem sofre as injustiças dos seus próximos, ou de adversários distantes e ainda aqueles que são fustigados pelas forças da natureza.

Integrou, primeiro, Les medecins sans Frontiéres. Depois, com o irmão, criou uma marca portuguesa, a AMI (creio que é Assistência Médica Internacional), que é um sucesso mundial. Têm uma capacidade logística e de eficiência de reconhecido mérito internacional.

Um homem que viaja em permanência, que é requisitado quase diariamente para salvar e ajudar vidas humanas, pode instalar-se no palácio de Belém? Poder, pode, mas já não poderá ser o líder carismático da AMI.

Não vos parece?

Para mim, essa, é uma certeza.

Sobra, pois, a pergunta:- Por que se candidata a Belém?

Ontem, no Padrão dos Descobrimentos, o discurso que produziu, muito pobrezinho, não esclareceu esta nem outras muitas dúvidas que subsistem no seu propósito de candidatura a Belém.

Os presentes, esses são todo um programa.

Naturalmente, a família, que ele preza e apoia severamente.

Depois, uma lista assaz curiosa:

1/ Carlos Carranca, de Coimbra, poeta e "arqui-inimigo" de Manuel Alegre;

2/Rui Veloso, músico;

3/Vitorino, músico;

4/Catalina Pestana, a mulher da Casa Pia (estranha personagem...).

5/Rui Moreira, portista irracional e Presidente da Associação de Comerciantes do Porto.

Tudo muito perturbador.

Isto esconde os verdadeiros apoios e promotores da candidatura de Fernando Nobre.

Disso não me restam dúvidas.

Esperemos para ver.

Entretanto tomem nota das noticias da apresentação do homem da AMI.

J.A.


publicado por weber às 14:01
link do post | comentar
partilhar
:
De Carlos Carranca a 1 de Março de 2010 às 21:37
Esclarecimento

A propósito do artigo “ Fernando Nobre ” com data de sábado 20 de Fevereiro de 2010, publicado no Blog Mainstreet segundo o qual me dá como "arqui-inimigo" de Manuel Alegre, este só serve aqueles que rastejam na política dos interesses, da calúnia e da conspiração. Sou para além de admirador confesso do poeta Manuel Alegre, seu amigo. Muitos foram os nossos encontros desde o tempo da “ Jornada de Africa”, passando pela comemoração dos trinta anos da “Praça da Canção” na Universidade Lusófona de Lisboa e pela minha integração, de que muito me orgulho, na sua comissão de honra à presidência.
Nenhum de nós merce esta baixeza.
Deixo-vos um verso de Alegre:
“ Que somos nós senão o que fazemos? ”

Carlos Carranca
01/02/2010




De weber a 1 de Março de 2010 às 22:16
Antes de qualquer explicação, que lha darei, peço-lhe desculpa pelo desconforto e incómodo que lhe causei ao utilizar uma expressão, se bem que entre comas, não só desajustada, como desconforme ao relacionamento "interpessoal" que sei que tem com Manuel Alegre.
Deveria ter utilizado outro qualificativo, mas quando se faz asneira (como foi o meu caso) já não há remédio, nem desculpa que me valha.
Achei que a sua presença no "lançamento" da candidatura de F. Nobre tinha um significado, que podia remeter para uma "desavença" estética nas e das respectivas poéticas, da sua e da do poeta de Águeda.
Pela asneira só me resta penitenciar-me.
A penitência...fará você o favor de a determinar.
Fica aqui o que se me oferece endereçar-lhe.
José Albergaria


Comentar post


. ver perfil

. seguir perfil

. 9 seguidores

.pesquisar

 

.Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

.posts recentes

. The End

.arquivos

.tags

. todas as tags

.últ. comentários

Chame-me Parvo….Pois é, Sr. Pedro Tadeu, é isso me...
Em destaque no SAPO Blogs
pub