Domingo, 13 de Fevereiro de 2011

Para nos sentirmos provocados e questionados...

Pessoa amiga enviou-me, texto, escrito faz algum tempo, mas perene e actual nas circunstâncias em que nos encontramos, com o mundo do Islão em comoção, na Tunísia, no Egipto, na Jordânia, no Líbano, no Irão.

Leia-se com tempo, ponderação e atenção.

Não sendo o texto "contra" os povos, interroga-nos sobre a valia das leituras e praxis literais, as únicas aceites pelos líderes religiosos, do Corão.

Ouçam-no a respirar:

"TODA A VIDA EUROPEIA MORREU EM AUSCHWITZ"
Por Sebastian Vilar Rodriguez

15.01.2008
Desci uma rua em Barcelona, e descobri repentinamente uma verdade terrível. – A Europa morreu em Auschwitz. Matámos seis milhões de Judeus e substituímo-los por 20 milhões de  muçulmanos.

Em Auschwitz queimámos uma cultura, pensamento, criatividade, e talento.

Destruímos o povo escolhido, verdadeiramente escolhido, porque era um povo grande e maravilhoso que mudara o mundo.

 A contribuição deste povo sente-se em todas as áreas da vida: ciência, arte, comercio internacional, e acima de tudo, como a consciência do mundo. Este é o povo que queimámos.

E debaixo de uma pretensa tolerância, e porque queríamos provar a nós mesmos que estávamos curados da doença do racismo, abrimos as nossas portas a 20 milhões de muçulmanos que nos trouxeram estupidez e ignorância, extremismo religioso e falta de tolerância, crime e pobreza, devido ao pouco desejo de trabalhar e de sustentar as suas famílias com orgulho.

Eles fizeram explodir os nossos comboios, transformaram as nossas lindas cidades espanholas, num terceiro mundo, afogando-as em sujeira e crime.

Fechados nos seus apartamentos recebem, gratuitamente, do governo, eles planeiam o assassinato e a destruição dos seus ingénuos hospedeiros.

E assim, na nossa miséria, trocámos a cultura por ódio fanático, a habilidade criativa, por habilidade destrutiva, a inteligência por subdesenvolvimento e superstição.

Trocámos a procura de paz dos judeus da Europa e o seu talento, para um futuro melhor para os seus filhos, a sua determinação, o seu  apego à vida porque a vida é santa, por aqueles que prosseguem na morte, um povo consumido pelo desejo de morte para eles e para os outros, para os nossos filhos e para os deles.  Que terrível erro cometido pela miserável Europa.

O total da população islâmica (ou muçulmana) é de, aproximadamente, 1 200 000 000, isto é um bilião e duzentos milhões ou seja 20% da população mundial. Eles receberam os seguintes Prémios Nobel:

Literatura

1988 – Najib Mahfooz

Paz

1978 – Mohamed Anwar El-Sadat

1990 – Elias James Corey

1994 – Yaser Arafat

1999 – Ahmed Zewai

Economia

(ninguém)

Física

(ninguém)

Medicina

1960 – Peter Brian Medawar

1998 – Ferid Mourad

TOTAL: 7 (sete)

O total da população de Judeus é, aproximadamente, 14 000 000, isto é catorze milhões ou seja cerca de 0,02% da população mundial. Eles receberam os seguintes Prémios Nobel:

Literatura 
1910 - Paul Heyse 
1927 - Henri Bergson 
1958 - Boris Pasternak 
1966 - Shmuel Yosef Agnon 
1966 - Nelly Sachs 
1976 - Saul Bellow 
1978 - Isaac Bashevis Singer 
1981 - Elias Canetti 
1987 - Joseph Brodsky 
1991 - Nadine Gordimer World 
 Paz 
1911 - Alfred Fried 
1911 - Tobias Michael Carel Asser 
1968 - Rene Cassin 
1973 - Henry Kissinger 
1978 - Menachem Begin 
1986 - Elie Wiesel 
1994 - Shimon Peres 
1994 - Yitzhak Rabin 
Física 
1905 - Adolph Von Baeyer 
1906 - Henri Moissan 
1907 - Albert Abraham Michelson 
1908 - Gabriel Lippmann 
1910 - Otto Wallach 
1915 - Richard Willstaetter 
1918 - Fritz Haber 
1921 - Albert Einstein 
1922 - Niels Bohr 
1925 - James Franck 
1925 - Gustav Hertz 
1943 - Gustav Stern 
1943 - George Charles de Hevesy 
1944 - Isidor Issac Rabi 
1952 - Felix Bloch 
1954 - Max Born 
1958 - Igor Tamm 
1959 - Emilio Segre 
1960 - Donald A. Glaser 
1961 - Robert Hofstadter 
1961 - Melvin Calvin 
1962 - Lev Davidovich Landau 
1962 - Max Ferdinand Perutz 
1965 - Richard Phillips Feynman 
1965 - Julian Schwinger 
1969 - Murray Gell-Mann 
1971 - Dennis Gabor 
1972 - William Howard Stein 
1973 - Brian David Josephson 
1975 - Benjamin Mottleson 
1976 - Burton Richter 
1977 - Ilya Prigogine 
1978 - Arno Allan Penzias 
1978 - Peter L Kapitza 
1979 - Stephen Weinberg 
1979 - Sheldon Glashow 
1979 - Herbert Charles Brown 
1980 - Paul Berg 
1980 - Walter Gilbert 
1981 - Roald Hoffmann 
1982 - Aaron Klug 
1985 - Albert A. Hauptman 
1985 - Jerome Karle 
1986 - Dudley R. Herschbach 
1988 - Robert Huber 
1988 - Leon Lederman 
1988 - Melvin Schwartz 
1988 - Jack Steinberger 
1989 - Sidney Altman 
1990 - Jerome Friedman 
1992 - Rudolph Marcus 
1995 - Martin Perl 
2000 - Alan J.. Heeger 
 Economia 
1970 - Paul Anthony Samuelson 
1971 - Simon Kuznets 
1972 - Kenneth Joseph Arrow 
1975 - Leonid Kantorovich 
1976 - Milton Friedman 
1978 - Herbert A. Simon 
1980 - Lawrence Robert Klein 
1985 - Franco Modigliani 
1987 - Robert M. Solow 
1990 - Harry Markowitz 
1990 - Merton Miller 
1992 - Gary Becker 
1993 - Robert Fogel 
 Medicina 
1908 - Elie Metchnikoff 
1908 - Paul Erlich 
1914 - Robert Barany 
1922 - Otto Meyerhof 
1930 - Karl Landsteiner 
1931 - Otto Warburg 
1936 - Otto Loewi 
1944 - Joseph Erlanger 
1944 - Herbert Spencer Gasser 
1945 - Ernst Boris Chain 
1946 - Hermann Joseph Muller 
1950 - Tadeus Reichstein 
1952 - Selman Abraham Waksman 
1953 - Hans Krebs 
1953 - Fritz Albert Lipmann 
1958 - Joshua Lederberg 
1959 - Arthur Kornberg 
1964 - Konrad Bloch 
1965 - Francois Jacob 
1965 - Andre Lwoff 
1967 - George Wald 
1968 - Marshall W. Nirenberg 
1969 - Salvador Luria 
1970 - Julius Axelrod 
1970 - Sir Bernard Katz 
1972 - Gerald Maurice Edelman 
1975 - Howard Martin Temin 
1976 - Baruch S. Blumberg 
1977 - Roselyn Sussman Yalow 
1978 - Daniel Nathans 
1980 - Baruj Benacerraf 
1984 - Cesar Milstein 
1985 - Michael Stuart Brown 
1985 - Joseph L. Goldstein 
1986 - Stanley Cohen [& Rita Levi-Montalcini] 
1988 - Gertrude Elion 
1989 - Harold Varmus 
1991 - Erwin Neher 
1991 - Bert Sakmann 
1993 - Richard J. Roberts 
1993 - Phillip Sharp 
1994 - Alfred Gilman 
1995 - Edward B. Lewis 
1996- Lu RoseIacovino 

TOTAL: 128 (cento e vinte e oito)  

Os judeus não estão a promover lavagens cerebrais a crianças em campos de treino militar, ensinando-os a fazerem-se explodir e causar um máximo de mortes a judeus e a outros não muçulmanos.

Os judeus não “tomam”  aviões, nem matam atletas nos Jogos Olímpicos, nem se fazem explodir em restaurantes alemães.

Não há um único judeu que tenha destruído uma igreja. Não há um único judeu que proteste matando pessoas.

Os judeus não traficam escravos, não têm líderes a clamar pela Jihad Islâmica e morte a todos os infiéis.

Talvez os muçulmanos do mundo devessem considerar investir mais numa educação modelo e menos em queixarem-se dos judeus  por todos os seus problemas.

Os muçulmanos deviam perguntar o que poderiam fazer  pela humanidade antes de pedir que a humanidade os respeite.

Independentemente dos seus sentimentos sobre a crise entre Israel e os seus vizinhos palestinianos  e árabes, mesmo que creiamos que há mais culpas na parte de Israel, as duas frases que se seguem realmente dizem tudo:

“Se os árabes depusessem hoje as suas armas não haveria mais violência. Se os judeus depusessem hoje as suas armas  não haveria mais Israel” (Benjamin Netanyahu)

Por uma questão histórica, quando o Comandante Supremo das Forças Aliadas, General Dwight Eisenhower, encontrou todas as vítimas mortas nos campos de concentração nazi, mandou que as pessoas ao visitarem esses  campos de morte, tirassem todas as fotografias possíveis, e para os alemães das aldeias próximas serem levados através dos campos e que enterrassem os mortos.

Ele fez isto porque disse de viva voz o seguinte:

“Gravem isto tudo hoje. Obtenham os filmes, arranjem as testemunhas, porque poderá haver algum malandro  lá em baixo, na estrada da história, que se levante e diga que isto nunca aconteceu.

Recentemente, no Reino Unido, debateu-se a intenção de remover  o holocausto do curriculum das suas escolas, porque era uma ofensa para a população  muçulmana, a qual diz que isto nunca aconteceu. Até agora ainda não foi retirado do curriculum. Contudo é uma demonstração do
grande receio que está a preocupar o mundo e a facilidade com que as nações o estão a aceitar.

Já passaram mais de sessenta anos depois da Segunda Guerra Mundial na Europa ter terminado.

Este texto fez-se em memória dos 6 milhões de judeus, dos 20 milhões de russos, dos 10 milhões de cristãos e dos 1 900 padres Católicos que foram assassinados, violados, queimados, que morreram de fome, foram  espancados, e humilhados enquanto o povo alemão olhava para o outro lado.»

Contudo, nos seus primórdios, em que eram uma civilização de sábios, poetas, os árabes trouxeram-nos "aportações" essenciais. Foi através deles que acedemos à filosofia e ao pensamento grego. Avicena e Averróis, Ib Khaldun, nascido em Tunes, século XV, foi quase tudo (médico, astrónomo, físico, teólogo, filósofo, etc), para não falarmos dos poetas do Al Andaluz, de um lirismo que ainda hoje nos comove.

O que importa é reconhecer os erros, as malfeitorias inomináveis, mas feitas em "nome" de Deus (os Judeus fizeram-no nos primórdios...), os cristãos, quando se transformaram em católicos e os muçulmanos, seguidores de Alah, próceres do Islão e fiéis do Corão, fizeram-no e continuam, em "nome" d'Ele, do seu Deus a cometer crimes inenarráveis.

Este texto vale por isso, só e apenas, por isso.

Imagem de  Abdurrahman Ibn Khaldun


publicado por weber às 20:42
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