Sábado, 11 de Dezembro de 2010

O Nobel da Paz 2010 para uma cadeira vazia

O chinês Liu Xiaobo foi impedido pelos tiranos de Beijing de se deslocar a Oslo, ou a ser representado por um familiar próximo, na outorga do prémio Nobel da Paz 2010.

Leia a reportagem extensa e exaustiva do El País por aqui.

Durante a cerimónia, num curto texto do intelectual chinês, fervoroso e pacifico lutador pelos direitos cívicos elementares segundo o diário madrilenho: Liu Xiaobo dice en un discurso leído por Liv Ullmann que no siente odio frente al régimen chino.


publicado por weber às 10:10
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De Dylan a 19 de Dezembro de 2010 às 22:17
A China é de facto um grande país, com uma economia de peso, mas o seu regime político transforma a nação num pequeno tigre de papel que não convive bem com a democracia. Com a atribuição do Nobel da Paz a Liu Xiaobo isso ainda foi mais evidente: a censura rançosa do moderno social-comunismo nos meios audiovisuais, na internet e a tentativa de intimidar os países que marcassem a sua presença em Oslo. O cúmulo do despeito aconteceu com a criação apressada do Prémio Confúcio da Paz que acabou por ser um contra-senso pois a doutrina filosófica do confucionismo baseia-se na consciência política e no respeito pelos valores morais e sociais. Nem a compra de parte da dívida pública portuguesa pela China poderá jamais branquear o desterro do Dalai Lama, o massacre de Tiananmen e as constantes violações dos direitos humanos de personagens como Liu Xiaobo.


De weber a 20 de Dezembro de 2010 às 11:33
Tem você, caro amigo, toda a razão do mundo.
Subscrevo, inteiramente, o que diz.


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