Sábado, 23 de Outubro de 2010

Saramago e Deus

 

Este é o titulo da crónica do padre Borges, publicada hoje no DN.

É um tema recorrente, mas este teólogo tem um modo muito seu e substantivo de abordar estes temas.

Fá-lo sempre com rigor, com escrúpulo, e com assertividade.

Leiam-no aqui.

O pretexto é Caim, mas aborda a aparente irreligiosidade do escritor, o seu ateísmo confesso e a "denegação" de Deus, daquele que é nomeado pelos cristãos.

Atente-se nesta frase do cronista e fiquemos, todos, humildemente, a reflectir sobre o muito que Saramago disse e sobre o bastante que, cada um de nós, se lhe referiu:

«A negação determinada não significa negação real. A pergunta é, portanto, se Saramago negou realmente Deus ou se, pelo contrário, na negação do deus arbitrário e sanguinário, não está dialecticamente presente o clamor pelo único Deus verdadeiro, o do Anti-mal. De qualquer modo, segundo Saramago, "Deus é o silêncio do universo, e o ser humano o grito que dá sentido a esse silêncio". "Esta definição de Saramago é a mais bela que alguma vez li ou ouvi", escreveu o teólogo Juan José Tamayo.»


publicado por weber às 08:30
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