Segunda-feira, 20 de Julho de 2009

A próxima revolução

Tivemos várias Eras: dos Extremos, das Revoluções, dos Impérios.

Parece que se aproxima, no dealbar desta monstruosa crise, uma nova ERA: a da INOVAÇÃO SOCIAL.

Os nossos edifícios comunitários foram sendo, sucessivamente, mal construídos, ou mal alicerçados.

Parece que Obama tem um Gabinete, com dotação orçamental e pessoal, a trabalhar na INOVAÇÃO social; Durão Barroso está a pensar em integrar  na sua propusitura de candidatura a um segundo mandato, esta necessidade para a UE.

Esteve na Gulbenkian um especialista a abordar esta problemática e acredita que Portugal está em boas condições para investir neste território.

Portugal avançará, não tanto pela via da ciência e tecnologia (necessárias  e importantes), mas pela via do investimento na inovação social.

Veja Aqui mais informação.J.A.

George Mulgan, um dos maiores especialistas mundiais nesta matéria e conferencista na Gulbenkian.

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publicado por weber às 09:43
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De Logros a 20 de Julho de 2009 às 17:42
Sempre achej que os avanços tecnológicos não melhoram tudo, embora sejam de grande ajuda para "conscencializar" mentes mais perras, agarradas a práticas e arcaísmos obsoletos e injustos. Quanto à generosa ideia de que os colectivos detêm sempre melhor lucidez e melhores soluções, permito-me duvidar fortemente.

A minha experiência e relatos de "grupos de trabalho" e diversíssimos moldes de reuniões, é:

- há sempre gente que cai de pára-quedas, que não se interessou, nem se deu a esse trabalho e vai para lá chular o esforço alheio.

- há sempre outros que só estão interessados em ver se aquilo dá vantagens pessoais de "safanço".

- há sempre gente, de uns certos partidos que combinam lugares estratégicos das "mesas" para imporem soluções, a contar com a inércia geral. E ainda há os que "contam cabeças" previamente, quando cheira a votações.

Só a selecção honesta e rigorosa dos verdadeiramente melhores de qualquer colectivo, leva a boas soluções. E em Portugal isso não é exequível. Porque em muitas instituições, incluindo as de ensino, os cotados como melhores, que têm acesso a representatividades, não são os VERDADEIRAMENTE BONS E EXCEPCIONAIS.

Como mudar?

Ab.

I,


De weber a 20 de Julho de 2009 às 19:53
Ora aqui estamos.
Esse é o desafio.
Mas como disse o nosso querido Pessoa:- É a hora!
Saibamos ser capazes de operar as mudanças necessárias e, essas, são mesmo no social, na organização, nos valores, nas condutas, nas posturas, em resumo, temos de reinventar uma nova ÉTICA.
Aqui é que bate o ponto.
Tudo que a Inês diz é exacto, mas é isso que temos de alterar.
Bruto e insano desafio? Provável.
Abraço,
J.A.


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