Domingo, 19 de Julho de 2009

Um poema

Escuro

Pergunto-me desde quando
deixou de haver futuro
nas janelas.
Janeiro dói nos olhos
como areia
e tu e eu estamos para sempre
sentados às escuras
no Verão.

 

 

Rui Pires Cabral

 

NB - Filho de poeta sabe..."poetar".
 

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publicado por weber às 19:38
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De Logros a 19 de Julho de 2009 às 19:57
Dois bons poetas. O pai é A. M. Pires Cabral, um magnífico transmontano.
Uf! Este poema mexe connosco.

I.


De weber a 19 de Julho de 2009 às 21:19
Dois magníficos trasmontanos.
O pai, creio eu, é de Vila Real, com "tirocínio" no liceu de Moncorvo onde foi professor muitos anos.
Este, mais moço, dado à História, creio que bom tradutor, é de Macedo de Cavaleiros.
Abraço grande,
J.A.


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