Sábado, 4 de Julho de 2009

Manuel Pinho e o futuro da economia portuguesa

Manuel Pinho deu uma entrevista à SICnoticias, logo na noite do infausto acontecimento.

Hoje dá uma entrevista ao Expresso onde grita: "Basta!"

Escreve um texto no i, que pode ler Aqui

Manuel Pinho, no seu natural.

J.A.

PS- As reacções em cadeia, da Autoeuropa, da Quimonda, das Minas e de Aljustrel, deu para perceber que Manuel Pinho foi um "bombo" por algumas gafes, mas que foi um grande ministro da economia: competente, laboriosos, inovador e, sobretudo, empenhado em resolver a crise e crise de empresas em concreto. Isto é o que a história vai reter. As mentirolas, as graçolas de Bernardino Soares essas, talvez, só o Diário das Sessões as registe...talvez.


publicado por weber às 12:13
link do post | comentar
| | partilhar
:
De artesaoocioso a 5 de Julho de 2009 às 00:08
Talvez Manuel Pinho esteja a ser incorrectamente avaliado enquanto ministro. Dou o benefício da dúvida mas várias intervenções públicas que fez foram outros tantos desastres.
Em política também é necessário saber comunicar.
Se as legislativas não fossem daqui a três meses não tinha sido demitido.
Aposto.
Cumprimentos


De weber a 5 de Julho de 2009 às 12:03
Tem razão quanto às gafes e à urgência de, em politica activa, saber-se comunicar.
Quanto ao balanço da passagem de Manuel Pinho pelo Ministério da Economia, quase TODA a gente está a fazê-lo de modo MUITO positivo.
Quanto a ser demitido, ou não, se as legislativas fossem mais tarde... Disso não tenho dúvidas: um gesto daqueles, na testa de um ministro, no plenário da AR, dirigido a um deputado comunista...dava SEMPRE demissão. Os estragos da manutenção de um ministro numa situação destas seriam, simplesmente, devastadores.
Cumprimentos,
J.A.


Comentar post


. ver perfil

. seguir perfil

. 8 seguidores

.pesquisar

 

.Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

.posts recentes

. The End

.arquivos

.tags

. todas as tags

.últ. comentários

Chame-me Parvo….Pois é, Sr. Pedro Tadeu, é isso me...