Sábado, 6 de Junho de 2009

Baruck Hussein Obama e os símbolos

Barack Obama já nos habituou a reconhecer, nos seus discursos e, sobretudo, nos seus actos, a força que atribui aos símbolos e no seu alcance, não só mediático, mas de prevalência no exercício do poder politico.

Chefe da única potência imperial, cujo poder, abalado pela crise financeira, mas sustentada ainda no facto de não haver nenhuma outra potência capaz de substituir os E.E.U.U., um outro império emergente, como ocorreu na passagem do império português, para a Espanha, deste para a Holanda e, desta, para a Inglaterra.

Nos escombros da 2.ª guerra mundial aparece o império americano, por cima dos destroços do império inglês.

Hoje, Barack Obama está em França, com o seu homólogo Sarkozy, e os primeiros-ministros de Inglaterra e Canadá, para assinalar a força das datas e a simbólica dos actos e dos agrupamentos.

Ontem esteve com a senhora Angela Merkel, na Alemanha. Hoje esteve com os aliados seguros, de ontem, e de hoje.

Repare-se que, de Yalta, só esteve ausente o Kremlin, ainda parceiro duvidoso.

J.A.

Leia AQUI a reportagem do El País, que está a recuperar dinamismo, depois da deriva circunstancial de centro-direita.

Foto: Visita ao cemitério de Coleville-Sur-Mer, onde estão enterrados muitos dos soldados americanos, cuja vida foi interrompida nas praias da Normandia...


publicado por weber às 18:33
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