Segunda-feira, 1 de Junho de 2009

"muero inocente e perdono, y pido a los mios que perdonen"

Numa imensa, e interessantíssima entrevista de vida ao diário La Vanguardia, José Luis Rodriguéz Zapatero, Presidente do Governo de Espanha, refere esta frase, retirada do Testamento de seu avô paterno, capitão das forças republicanas, socialista e fuzilado pelas hordas franquistas.

A sua família viveu 40 anos em silêncio este drama pungente.

A entrevista é uma "lição", não no sentido magistral, de professor para leitor, mas uma partilha de uma homem bom, sério e humilde.

Eu, que sou homem para já não me deixar impressionar amiúde, fiquei deveras emocionado.

Quando o jornalista o questiona em relação ao seu labor legislativo, José Luís Zapatero escolhe a Lei que "liberou" os homossexuais das catacumbas da marginalidade e do opróbrio.

Para terminar a entrevista, enorme, Zapatero escolhe um poeta, António Gamoneda e um poema, "Estación Matallana".

É minha opinião pessoal. Mas, creio, ser imperdível ler e criticar esta entrevista em qualquer curso de ciência politica. Obrigatório.

J.A.

Na foto: tique recorrente de J.L.Z., mexendo na aliança com o dedo polegar.

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publicado por weber às 11:12
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