Quarta-feira, 13 de Maio de 2009

Do "banco corrido", sempre com qualidade e interesse

Hannah Arendt, a judia alemã, que imigrou para os USA e, finda a guerra, voltou à Alemanha para desnazificar a sua, dela, Universidade de Heildelberg e "poupou" o seu Mestre, Heidegger, incontroverso filósofo, mas mais do que duvidoso cidadão, durante o Nazismo, escreveu inúmeros obras, sobre temas de mor importância. Paulo Pedroso, no seu blog, dá conte de um dos temas mais caros à pensadora alemã do pós-guerra aprovável liberdade 

Percebe-se, de modo rigoroso, profundo e quase inquestionável, que, malgrado as condições adversas (totalitarismo, fascismos, nazismo, comunismo...) o sentido de LIBERDADE no homem está SEMPRE presente.

Eu bem que tenho razão quando afirmo, com recorrência, que a LIBERDADE  é mesmo um ABSOLUTO, é do dominio da natureza naturante do HOMEM.

J.A.

 

 

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publicado por weber às 10:38
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