Sábado, 2 de Maio de 2009

O inspector José Fontinha

Durante anos a fio o inspector Fontinha, da segurança social, deambulou pelas praças, marginais,  Guerra junqueiro, Pereiró, Gomes da Costa, Ribeira, Passeio Alegre e em outros requebros e quebrantos da "luminosa" urbe que deu nome à pátria, nossa, bem amada.
Estou a falar de um dos poetas mais luminosos da nossa contemporaneidade, enrolado em mantas, cerzido por uma imensidão de gatos e, daí não sendo, dos que mais amou o Porto.
Provavelmente, um dos maiores poetas do "Porto" e de sempre: Eugénio de Andrade, assim se crismou, nomeando-se, o poeta de Branco no Branco.
Em jeito de "amizade" com a "minha" tribo de bloguistas, hoje, aqui deixo o que me parece um bom conselho do poeta:

 

"Sê paciente
espera que a palavra amadureça
e se desprenda, como um fruto
ao passar o vento que a mereça.
Eugénio de Andrade".

J.A.


publicado por weber às 10:48
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